NATIONAL SECURITY: U.S. MUST PUT ECONOMICS FIRST – The financial crisis and how we respond to it will have a lasting impact on America’s national security

Outubro 12, 2008 por peteconomiauff

October 10, 2008

by James M. Ludes and Bernard I. Finel

(James M. Ludes is the executive director and Bernard I. Finel is senior fellow at the American Security Project, a bipartisan think tank in Washington)

While congressional action on the bailout may inject needed cash into America’s credit markets, the US Army (USA) Specialist (SPC) Joe Ellsworth, left, from the 806th Postal Company, Captain (CAPT) Mark Andrews, from the Arizona National Guard (ANG), 2220th Transportation Company and Sergeant (SGT) Jonathan E. Clark, secure a shipping crate of medicals$700 billion needed to finance the plan – in addition to hundreds of billions to make good on the debt owed by Bear Stearns, Freddie Mac, Fannie Mae and AIG – require the United States to assume massive new debts.

All told, this crisis may cost the United States more than $1.5 trillion – a staggering, if necessary, sum. And with the federal budget already in deficit, every single penny of this will be financed by adding to the national debt.

Yet too little attention has been paid to who is financing that debt and what it means for the national security of our country.

The United States was already dangerously indebted before the housing crisis forced the government to slip even further into the red. Since January 2001, the U.S. national debt has increased from $5.71 trillion to more than $9.64 trillion in August. Our foreign debt has increased even faster, from $1.01 trillion in January 2001 to $2.67 trillion today.

The debt we owe to countries that do not share our interests or whose interests may run at odds with our own has grown even faster than that.

In 2001, we owed oil-exporting nations $48.5 billion – we now owe them $173.9 billion. In 2001, China held $61.5 billion in U.S. debt; it now holds $518.7. In 2001, Russia held less than $10 billion; it now holds $74.1 billion.

The new debt we are assuming in this crisis needs to be understood as a potential strategic vulnerability. Clearly, those governments buying our debt are investing in America, but they are also gaining leverage that we might wish they did not have.

Consider the Suez Canal Crisis, which underscored the relevance of economic factors to a country’s ability to engage in military action. World War II had destroyed the economies of Western Europe. The United States alone had preserved the economic might to finance reconstruction – and did so through a variety of mechanisms, including the Marshall Plan, bilateral loans and support of the International Monetary Fund.

Britain had taken advantage of all three, and it had continued to support its currency, the pound, at a fixed exchange rate determined to be important for trade and economic health. By the autumn of 1956, in the middle of the Suez crisis, which began in July, Britain was unable to protect the pound against devaluation without American support.

At that moment, President Dwight Eisenhower used careful and, frankly, ruthless economic diplomacy to force Britain to accept the demands of the United Nations and withdraw completely from the canal.

The United States had a stake in Britain’s economic stability. But Eisenhower concluded that in this crisis, America had an even larger stake in forcing the British to back down. The Chinese, or others, may make a similar calculation about the United States in the future.

This isn’t rocket science. Unlike the challenge of achieving energy security, which will require innovation and technological breakthroughs, the solution here is plain-old common sense. America has to live within its means.

In the past eight years, we have financed two wars and massive tax cuts to the wealthiest Americans by mortgaging not just our children’s future, but their very security to the highest bidders around the world.

Debt-financed tax cuts and overly zealous deregulation have proven to be a failed social experiment with potentially dire national security consequences. We have long recognized that cuts to defense spending can sometimes hurt national security; so too must we acknowledge, once and for all, that tax cuts and runaway spending can do the same.

The United States is a rich and powerful country. It is criminal that we have weakened our own fiscal health so gravely that we are left to consider the national security consequences of restoring liquidity to credit markets. But we must.

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PUBLICADO PELO ‘NEWSDAY’ (EUA)

MARCONDES GADELHA (PSB) DENUNCIA QUE EMPRESAS PRIVADAS QUEREM ATRASAR TRANSPOSIÇÃO

Outubro 12, 2008 por peteconomiauff

Sábado, 11 de Outubro de 2008 – 13h26

A Assessoria de Comunicação do deputado federal Marcondes Gadelha (PSB) emitiu nota neste sábado (11) O DEPUTADO FEDERAL (PSB) MARCONDES GADELHAem que o parlamentar denuncia que algumas empresas privadas que estão trabalhando na transposição do Rio São Francisco estão atrasando os trabalhos para que a conclusão da obra depois de 2010, já com o presidente Lula fora do poder.

Leia abaixo a nota na íntegra, que relata um debate que Gadelha participou ontem em Maceió promovido pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL).

Marcondes Gadelha quer explicações sobre atraso nos lotes da Transposição a cargo de empresas privadas

O deputado federal Marcondes Gadelha (PSB-PB) declarou nesta sexta-feira que irá, pessoalmente, buscar identificar a causa do atraso das obras nos lotes da transposição de responsabilidade de empresas privadas. A informação foi dada depois de um debate em Maceió, realizado pela Associação Alagoana de Engenheiros Agrônomos.

Marcondes identifica o atraso nesses lotes como “o principal problema da obra atualmente. A parte que cabe ao Exército está tendo um avanço extraordinário, mas os trechos de responsabilidade de empreiteiras contratadas não”. A preocupação do parlamentar ganha mais força a partir de uma constatação durante o debate em Maceió. “Identificamos um mudança de tática entre os que são contrários a obra. A intenção agora é, claramente, atrasar a conclusão da obra, levando para depois de 2010, já sem o presidente Lula no poder”.

A demora na conclusão da obra pode gerar desconfiança e contestação a partir da sociedade e “isso pode comprometer todo o projeto. Mesmo com as obras em um estágio irreversível, que é o que pretende o Governo caso não conclua a obra, há sempre o risco de uma paralisação”, ressalta Gadelha. O deputado considera importante um movimento que garanta o término da obra ainda no mandato de Lula. “Por isso faremos esse levantamento para identificar as causas do atraso em parte da obra. O que temos certeza é que, diferente do que muitos pensam, esta guerra está longe do fim, mas estamos vencendo todas as batalhas até agora”.

O debate

Por mais de 3h30, Marcondes Gadelha debateu a transposição na Universidade Federal de Alagoas (UFAL) com o prefeito da cidade alagoana de Piranhas, Inácio de Loiola Damasceno, autor de vários livros contrário ao projeto. o debate teve a mediação, e a veemente participação contrária, de Theresa Collor. “Apesar do cenário sabidamente hostil à obra, o debate aconteceu em alto nível e podemos discutir os temas de maneira clara e objetiva”, disse Marcondes.

Com amplo conhecimento sobre o projeto, Marcondes se valeu de estudos e levantamentos da UFAL para embasar diversas informações. “São estudos sobre qualidade da água e diversos números sobre o rio todos de produção de membros da Universidade. Isso nos conferiu uma boa vantagem já que debatíamos na própria instituição”. Para Marcondes Gadelha, o balanço do debate foi positivo. “Mesmo com um ambiente desfavorável e até a participação da mediadora em alguns momentos, acredito que tivemos sucesso na discussão”. Depois do debate alguns participantes mudaram de idéia e passaram a apoiar o projeto. “Várias pessoas me procuraram depois do encerramento das atividades e declararam uma mudança de opinião, ainda que de forma reservada por temerem represálias”.

Marcondes antecipou que além do levantamento quanto ao andamento da obra está finalizando a organização da visita que um grupo de parlamentares federais fará às obras e a viagem deve acontecer nas próximas semanas. Em terras paraibanas, está confirmada a participação do deputado em um debate na cidade de Catolé do Rocha, sertão do estado. Marcado para o dia 20 de novembro, o debate contará, ainda, com as presenças de Dom Aldo Pagotto e Chico Lopes.

Da Redação

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PUBLICADO PELA ‘PORTAL CORREIO’

GOVERNO EQUATORIANO LAMENTA ADIAMENTO DE VISITA DE MISSÃO BRASILEIRA

Outubro 12, 2008 por peteconomiauff

Publicação: 11/10/2008 21:04 – Atualização: 11/10/2008 21:11

Zero Hora

O governo do Equador lamentou neste sábado (11/10) a decisão do Brasil de suspender a visita a Quito de uma missão governamental devido aos problemas envolvendo a construtora Odebrecht.

A Chancelaria equatoriana reagiu hoje à decisão brasileira com um comunicado oficial no qual lembra que a missão que visitaria o país tinha como objetivo avançar no estudo do projeto de interconexão Manta-Manaus.

O governo “lamenta que a decisão tenha sido adotada em relação à situação entre o Estado equatoriano e uma empresa construtora privada (Odebrecht) do Brasil”, diz o texto.

A Odebrecht é acusada no Equador de descumprir a execução de vários contratos de obras de infra-estruturas, como a hidrelétrica de San Francisco, construída pela empresa e inaugurada em novembro de 2007, mas fora de operação desde junho passado por supostos problemas estruturais.

O Executivo do Equador anunciou em setembro a expulsão da Odebrecht, porém depois chegou a um acordo com a instituição, que se comprometeu a cumprir todas as exigências para evitar sua saída.

No entanto, o Executivo equatoriano manteve esta semana suas críticas à companhia e ressaltou que ela “não pode continuar” no país.

Em resposta, o governo brasileiro resolveu suspender de forma indefinida os projetos de cooperação com o Equador e cancelou a visita a Quito de uma delegação do Ministério dos Transportes para analisar os avanços no Eixo Multimodal Manta-Manaus.

No comunicado, a Chancelaria lembrou que há alguns dias foi realizada em Manaus uma reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e os Chefes de Estado do Equador, Rafael Correa, da Venezuela, Hugo Chávez, e da Bolívia, Evo Morales, para analisar o projeto.

“Este importante projeto, que unirá a cidade equatoriana de Manta a Manaus, permitirá um maior desenvolvimento dos cinco países envolvidos e de toda a região”, ressalta o texto.

Por isso, insiste em que “a visita do ministro dos Transportes do Brasil se inscrevia no marco da reunião convocada para os próximos dias em Quito”.

Petrobras

Na mesma nota, o Executivo de Correa “ratifica seu agradecimento pela disposição da Petrobras em renegociar seu contrato com o Estado equatoriano e de se alinhar à política governamental para elevar a produção de petróleo”.

Além disso, prevê “a continuação” das atividades da companhia petrolífera brasileira no Equador, apesar de ter ameaçado nacionalizar o campo explorado pela empresa na Amazônia.

Apesar das dificuldades, “o governo nacional expressa sua vontade de continuar fortalecendo as relações bilaterais entre Equador e Brasil, estratégicas para o desenvolvimento de ambos os países e seus povos”, acrescenta o texto oficial.

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PUBLICADO PELA ‘CORREIO BRAZILIENSE’

CABOS ELEITORAIS AGRIDEM PRESIDENTE DO DIRETÓRIO DO PV NO RIO

Outubro 12, 2008 por peteconomiauff

Publicação: 11/10/2008 18:59 – Atualização: 11/10/2008 19:50

Agência Globo

RIO – O presidente do diretório do PV em Madureira, Francisco Miranda Santana, de 66 anos, foi agredido na manhã deste sábado (11/10) por cabos eleitorais que acompanhavam o candidato à prefeitura do Rio Eduardo Paes (PMDB), durante caminhada no Centro de Madureira.

Segundo Francisco, pelo menos quatro homens com camisas e bandeiras do peemedebista o cercaram e o agrediram com socos no olho. Ele foi jogado no chão e teve sua bandeira do partido rasgada. Depois do fato, os agressores fugiram.

- Foi a Guarda Municipal que me ajudou. Depois, inclusive o Rodrigo Bethlem (subsecretário de governo) me pediu desculpa. Já fiz até campanha para ele – disse Francisco.

O candidato Eduardo Paes disse não ter visto a agressão e considerou o fato inadmissível. EDUARDO PAES - Cegueta quando lhe convém

- Isso é inaceitável. Eu e o candidato Gabeira estamos fazendo um debate político. Ninguém tem que chegar a esse extremo. Tenho certeza que a campanha vai correr com muita tranqüilidade. Se alguém fez isso, tem que ser punido. É inaceitável.

O candidato do PV à prefeitura, Fernando Gabeira, se encontrará com Francisco ainda nesta tarde.

Paes fez uma caminhada em Madureira acompanhado da candidata derrotada Jandira Feghali, do PC do B, de Benedita da Silva, do PT, e do presidente do diretório municipal do PT, Alberes Lima.

No corpo-a-corpo havia muitas pessoas com camisas escritas “suburbano com muita honra” e bandeiras com a inscrição “o PT agora é Paes”.

O candidato Edurado Paes participou de carreata pela Vila Cosmos e à tarde segue para o calçadão da Bangu.

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PUBLICADO PELA ‘CORREIO BRAZILIENSE’

AS PROVAS SÃO IRREFUTÁVEIS

Outubro 12, 2008 por peteconomiauff

10/10/2008 17:59:17

por Mino Carta

Que diria o atento leitor, o cidadão honrado, ao ser informado que o supremo representante da Justiça As provas são irrefutáveis. O conflito de interesses no caso de Gilmar Mendes é escancarado, embora a midia tente escondê-lo ao praticar a omertà - Crédito da foto - José Cruz -ABrbrasileira compra terrenos de 2 milhões de reais por um quinto do valor? E que diria ao verificar que, ao aliar à atividade de magistrado a de empresário da educação, fecha contratos sem licitação para cursos diversos com entidades estatais as mais variadas, desde a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional até o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação? É de se supor que o cidadão em pauta ficaria entre atônito e espantado.

A mídia nativa aposta porém em leitores rudes e ignaros, que não precisam, ou melhor, não podem e não devem conhecer situações do Brasil 2008 como as acima apontadas. Donde, que Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal, aquele que chamou às falas o presidente da República, durma sonos tranqüilos a despeito do clamoroso conflito de interesses revelado pela magistral reportagem de Leandro Fortes, publicada na edição de CartaCapital da semana passada.

A mídia nativa alimenta uma convicção terrível e, ao mesmo tempo, patética: não acontece aquilo que ela não noticia. Por quanto tempo ainda conseguirá enganar muitos cidadãos, por mais honrados e atentos? A verificar. Vale, em todo caso, citar o chamado ombudsman (ombudsman? Estaremos na Suécia?) da Folha de S.Paulo, na sua tentativa de explicar o silêncio do seu jornal em relação às revelações de CartaCapital.

Pergunta-lhe diretamente um leitor por que ignorar fatos tão relevantes, sem deixar de recordar que o célebre grampo da conversa entre Mendes e o senador Demóstenes Torres, até hoje sem prova, teve ampla cobertura da Folha. Responde o ombudsman que, dependesse dele, ambos os assuntos não teriam registro, embora sustente que a reportagem de CartaCapital apenas se refere “a um possível conflito de interesses”. Possível? Escancarado, indigno de um país que se pretende democrático. Que esperar, no entanto, do ombudsman (esta palavra, insisto, me causa enormes perplexidades) de um jornal que, por exemplo, se esbaldou em casos como o do cartão corporativo da tapioca, enquanto enterrava rapidamente as informações sobre o relacionamento tucano com a Alstom. Seria demais exigir do solerte fâmulo que se perguntasse por que o próprio Gilmar Mendes, ao reagir contra CartaCapital, falasse em “pistolagem jornalística” em lugar de se dizer vítima de mentiras. Não diz porque as provas são contundentes, e um magistrado ao menos sabe disso.

Agora sou eu quem pergunta aos meus pacientes botões qual seria a razão pela qual figuras como Gilmar Mendes, ou como Daniel Dantas, contam com o pronto amparo da mídia nativa. Arrisco-me a um palpite: antes de qualquer outro interesse eventualmente em jogo, trata-se talvez de exercer a proteção corporativa, pontual e inexorável entre aqueles que, de uma forma ou de outra, participam dos mesmos privilégios e os mantêm com a ferocidade necessária. Os donos do poder, dispostos a vender a alma para deixar as coisas como estão.

Há, entre os próprios mestres chamados a transmitir seu saber no instituto de propriedade de Gilmar Mendes e mais dois sócios, quem se prontifique a enaltecer a qualidade dos cursos ali ministrados, em precipitada prática do vitupério. É o de menos. Demais é constatar a obediência à omertà por parte da mídia, a lei do silêncio imposta ao povo siciliano pela Máfia e aqui cumprida pelos senhores midiáticos.

Diz Mendes, de quem supomos mais familiaridade com a lupara do que com a pistola, que CartaCapital serve às conveniências do diretor afastado da Abin, Paulo Lacerda. Pingos nos is. Lacerda, íntegro e competente policial, merece o maior respeito. Afastado injustamente, por obra das insuportáveis pressões do presidente do STF e do ministro da Defesa, Nelson Jobim, já foi convidado a retornar ao cargo pelo presidente da República. Foi o reconhecimento tácito, mas explícito, do erro cometido ao dar ouvidos a dois prepotentes intérpretes da nossa Idade Média.

(Crédito da foto: José Cruz/ABr)

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PUBLICADO PELA ‘CartaCapital’

ADOLESCENTE INDÍGENA ERA MANTIDA PRESA NO GIOCONDO ORSI – ÍNDIA ESCRAVIZADA PASSARÁ POR AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA (MS)

Outubro 12, 2008 por peteconomiauff

Sexta-feira, 10 de Outubro de 2008 12:19

ADOLESCENTE INDÍGENA ERA MANTIDA PRESA NO GIOCONDO ORSI

por Ângela Kempfer

Divulgação/CDDH

Uma adolescente indígena de 16 anos era mantida em cárcere privado no bairro Giocondo Orsi, em Garota tem 16 anos e foi encontrada pelo Centro de Defesa dos Direitos HumanosCampo Grande, em condições de escravidão.

A denúncia é do Centro de Defesa dos Direitos Humanos Marçal de Souza, respaldada pela Funai de Dourados, que conseguiu resgatar a garota na manhã de hoje da residência, onde trabalhava como empregada doméstica.

A menina foi trazida há 11 meses de aldeia de Laguna Caarapã. Convencida de que iria receber salário e ter tempo para estudar, a garota guarani conta que deixou a casa da família, a 280 quilômetros da Capital.

Em Campo Grande, diz que nunca teve qualquer promessa cumprida. Com rosto triste, a adolescente fala de uma rotina dura de trabalho, das 7 horas até após às 19 horas. Cabia a ela todo tipo de tarefa doméstica, relata.

A casa onde a garota foi encontrada é da advogada, identificada pela menina como Cristiane Brum Monteiro, informa o CDDH, que segundo apurou o Centro foi auxiliada por uma costureira de Dourados, chamada Joane. Essa mulher encontrou a garota na aldeia e a encaminhou a Campo Grande, em novembro.

A denúncia partiu de vizinhos. Nesta sexta-feira, quando a equipe do CDDH, junto com uma assistente social da Funai, chegou para retirar a menina da residência, enfrentou resistência de um dos filhos da advogada.

“Ele tentou impedir que ela deixasse o local e chegou a afirmar que se ela quisesse, depois poderia ir embora”, contra o presidente do Centro, Paulo Ângelo Souza.

Todo o trabalho teve orientação da Procuradoria Federal da República. Quando chegaram ao Giocondo Orsi hoje, os membros do Centro tocaram a campainha e quando a adolescente saiu para atender, perguntaram se ela gostaria de deixar o local. A garota disse sim.

Aparentemente a menina não era fisicamente maltratada, mas a família pode responder a processos por exploração de mão de obra infantil, agravada por jornada excessiva de trabalho, condições análogas a escravidão e até por tráfico de seres humanos, caso seja confirmada a atuação de uma “agenciadora” no caso.

A adolescente contou que antes dela outras três meninas trabalharam no local, a terceira ela chegou a conhecer, mas não informou o paradeiro de nenhuma delas.

Agora, a garota será levada de volta a Laguna Caarapã, onde vai reencontrar a mãe e dois irmãos pequenos. Durante o tempo que ficou em Campo Grande, ela diz que foi proibida de manter contato com a família.

Na casa da advogada, todos se recusaram a falar sobre o assunto. A assistente social da Funai telefonou para Cristiane, e conta que, irritada, a ex-patroa da garota disse que estava de viagem marcada e não poderia comentar o assunto.

O CDDH protocolou denúncia junto ao Ministério Público Federal e também fará o mesmo junto ao Ministério Público Estadual.

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ÍNDIA ESCRAVIZADA PASSARÁ POR AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA

Sábado, 11 de Outubro de 2008 10:37

por Fernanda França

A adolescente indígena de 16 anos, que era mantida em cárcere privado no bairro Giocondo Orsi, em Campo Grande, passará por avaliação psicológica e será reintegrada à família, informa o presidente do CDDH (Centro de Defesa dos Direitos Humanos Marçal de Souza), Paulo Ângelo.

A garota já está em Dourados, onde deve ser entrevistada por psicólogas e assistentes sociais.

Também foi registrado um Boletim de Ocorrência contra a advogada que estava mantendo a menor em condições de escravidão, identificada como Cristiane Brum Monteiro. A acusação é de “redução à condição análoga a de escravo.”

A adolescente foi trazida há quase um ano de uma aldeia localizada em Laguna Caarapã. Convencida de que iria receber salário e ter oportunidade de estudar, a índia conta que deixou a casa da família, a 280 quilômetros de Campo Grande.

Na Capital, percebeu que as promessas não passavam de mentiras e que caberia a ela trabalhar das 7h da manhã até o anoitecer, fazendo todo o serviço doméstico. A denúncia foi feita por vizinhos.

Ontem, quando a equipe do CDDH, acompanhada de uma assistente social da Funai, chegou para retirar a menina da residência, enfrentou resistência de um dos filhos da advogada, mas questionada se queria deixar a casa, a adolescente respondeu que sim.

A família que mantinha a garota indígena em cativeiro pode responder a processos por exploração de mão de obra infantil, agravada por jornada excessiva de trabalho, condições análogas a de escravidão e até por tráfico de seres humanos.

Isso porque a advogada, conforme apuração do CDDH, foi auxiliada por uma costureira de Dourados, chamada Joane. Neste caso, ela pode ser denunciada como agenciadora. Na casa de Cristiane, todos se recusaram a falar sobre o assunto.

O CDDH protocolou denúncia junto ao Ministério Público Federal e também fará o mesmo junto no Ministério Público Estadual.

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PUBLICADO PELO ‘CAMPO GRANDE NEWS’ (MS)

S.O.S. ESTRADA SERRAMAR

Outubro 12, 2008 por peteconomiauff

11/10/2008

Há muitos anos as comunidades do distrito de Lumiar ansiavam pela construção de uma estrada-A RJ-142parque pavimentada através do leito da rodovia RJ-142, que ligaria a nossa cidade à Região dos Lagos, contemplando o Circuito Turístico Serramar.

Tal proposta, por diversas vezes, foi discutida entre os ambientalistas e as comunidades do distrito de Lumiar, sendo, inclusive, levada ao conhecimento das autoridades municipais, estaduais e federais, através de um documento chamado Carta de Lumiar, redigido nos primeiros anos desta década, com uma representativa participação da sociedade local, para que então fosse realizada uma obra respeitando a conservação do meio ambiente natural, tendo em vista que a rodovia atravessa trecho da Área de Proteção Ambiental (APA) de Macaé de Cima.

No entanto, para que fossem executadas as obras, o DER, sem ouvir os clamores da sociedade civil, contratou o Consórcio Rota 142, o qual é formado por três empreiteiras. E ficou avençado que o referido consórcio executaria as obras de alargamento, terraplanagem e pavimentação da RJ-142, num trecho de aproximadamente 40 km, compreendido entre Lumiar e Casimiro de Abreu, objetivando assim promover o então denominado Plano Rodoviário Estadual.

Deste modo, em julho de 2005, iniciaram-se as obras de alargamento, terraplanagem e pavimentação da estrada em leito evidentemente inadequado, sem que fossem realizados estudos sérios acerca dos impactos que poderiam ser causados à região e aos seus moradores.

Com o intuito de melhor proteger o meio ambiente da região, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro instaurou o Inquérito Civil n.° 04/2006, tendo, meses depois, no dia 06/09/2006, ajuizado uma ação civil pública em face do DER e da Feema, requerendo, entre vários pedidos, que fosse concedida uma medida liminar a fim de paralisar imediatamente a obra de pavimentação da rodovia, ficando vedada qualquer alteração no local, diretamente ou por intermédio de terceiros. Tal ação, tombada sob o n.° 2006.037.005636-0, foi distribuída para a 3ª Vara Cível de Nova Friburgo, tendo sido proferida uma decisão determinando ao DER e à Feema que, no prazo de 5 (cinco) dias, paralisassem todas as obras na rodovia, bem como ficassem proibidos de proceder qualquer alteração em toda a extensão da estrada, por si ou por qualquer empreiteira contratada, até que fosse acordado um Termo de Ajustamento de Conduta, ou até o julgamento definitivo daquela demanda.

Com a intimação do DER, em 28/11/2006, as obras foram logo paralisadas, as quais não se encontravam totalmente concluídas, embora estando a rodovia pavimentada e aberta ao tráfego. E, em 05/12/2006, o DER requereu que a Justiça reconsiderasse a sua decisão que havia deferido a tutela antecipada, alegando a ocorrência de graves e irreversíveis conseqüências pela eventual paralisação das obras, mencionando até mesmo a possibilidade de risco à vida das pessoas que se utilizam da estrada.

A reconsideração da decisão judicial foi obtida pelo DER em 07/12/2006, sendo que a ação movida pelo Ministério Público ainda tramita na 3ª Vara Cível sem ter tido até o momento algum desfecho feliz que produzisse um resultado prático de interesse dos moradores da região da rodovia RJ-142, bem como dos usuários da estrada.

Ocorreu que, no primeiro semestre deste ano, numa reportagem feita pelo jornal O Globo, o presidente da Fundação DER reconheceu a necessidade de se promover obras emergenciais de contenção de encostas na rodovia RJ-142. E, segundo a referida reportagem, publicada em 08/04/2008, a estrada chegou a ser bloqueada por causa de uma barreira que caiu no seu quilômetro 58, demonstrando que, mesmo após um ano da conclusão das obras, os riscos de deslizamento de terra voltaram a ocorrer na época chuvosa.

Pois bem. Estamos no mês de outubro, ainda no começo da primavera, sendo possível dizer que este mês já seria o início da estação chuvosa. E, considerando que as obras necessárias para retirar os moradores da região da órbita de risco são de elevados custos que, até o momento, as comunidades existentes na RJ-142 não obtiveram uma solução amigável junto ao DER ou às empreiteiras do tal Consórcio Rota 142, torna-se indispensável que seja dado um adequado direcionamento às medidas aplicáveis pelas autoridades responsáveis pelo caso, a fim de serem evitados novos problemas durante o próximo verão.

A meu ver, já não caberia mais buscar o desfazimento das obras de pavimentação da rodovia, visto que, apesar das falhas ocorridas no empreendimento, o asfaltamento mostrou-se útil e necessário para a coletividade. E, focando numa solução prática, pouco importa a quem deve ser atribuída a responsabilidade no momento, pois existe uma urgência de providências que precisam ser tomadas na região e que se justifica em razão da época chuvosa, a qual já se iniciou e tende a se intensificar mais e mais nos próximos meses, podendo causar perigosos deslizamentos de terra, entre outros prejuízos, o que iria afetar não somente a vida de moradores como de usuários da estrada.

Como um simples cidadão, com poderes bem limitados para agir, espero que haja bom senso por parte das nossas autoridades a fim de que os defeitos existentes hoje na estrada Serramar possam ser solucionados com adequação, rapidez e eficiência, ressaltando sobre a necessidade de se prevenir acidentes no local desde já para que nos meses de dezembro a março de 2009 a gente não precise ler matérias jornalísticas informando sobre a ocorrência de fatos lamentáveis nessa estimada região.

Rodrigo Phanardzis Ancora da Luz (advogado e ambientalista)

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PUBLICADO PELO ‘A VOZ DA SERRA’

ARGENTINOS ESTÃO PREOCUPADOS COM POSSÍVEIS IMPACTOS DA CRISE SOBRE O BRASIL

Outubro 11, 2008 por peteconomiauff

11 de Outubro de 2008 – 12h48

Da Agência Brasil

Brasília – Os argentinos estão preocupados com possíveis impactos da crise financeira sobre o Brasil. O governo e empresários temem que a desvalorização do real e um possível desaquecimento econômico possam afetar as exportações argentinas, segundo reportagem da BBC Brasil.

No entanto, se a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) estiver certa, os vizinhos não precisam se preocupar tanto. Relatório divulgado pelo organismo internacional aponta o Brasil como único país de 34 avaliados a registrar perspectivas de crescimento para os próximos seis meses. Leia mais.

Segundo a BBC Brasil, a presidente argentina, Cristina Kirchner, se reuniu nesta semana com membros de seu gabinete para analisar o impacto da crise e ordenou um acompanhamento atento do que ocorre no Brasil, principal sócio comercial da Argentina. Tal preocupação já ganha destaque na imprensa do país.

O setor industrial avalia que uma possível desvalorização do real torne os produtos brasileiros ainda mais competitivos que os argentinos, ocorrendo uma “invasão” no mercado do país vizinho. Além disso, o Brasil – destino de 20% das exportações argentinas – poderia reduzir o ritmo das compras.

Para analisar os efeitos da crise internacional, ministros das áreas econômica e diplomática do Mercosul devem ter uma reunião no próximo dia 27, em local ainda não definido.

Nesta semana, o embaixador Alfredo Chiaradia, secretário de Relações Econômicas Internacionais, antecipou à BBC Brasil que a Argentina estuda adotar medidas na área comercial por causa da crise. Segundo ele, são “medidas preventivas” que não devem afetar especificamente o comércio com o Brasil.

A agência faz no entanto a ressalva de que alguns economistas argentinos vêem uma preocupação exagerada sobre o que poderia acontecer no Brasil.

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PUBLICADO PELA ‘AGÊNCIA BRASIL’

AMAZONAS ELEGE SEUS PRIMEIROS PREFEITOS INDÍGENAS

Outubro 11, 2008 por peteconomiauff

11 de Outubro de 2008 – 15h29

por Amanda Mota – Repórter da Agência Brasil

Manaus – O resultado das eleições municipais de 2008 passará a ter um significado especial para os povos indígenas do Amazonas. É que, pela primeira vez na história das eleições brasileiras, uma cidade escolheu prefeito e vice-prefeito indígenas: São Gabriel da Cachoeira, no extremo norte do estado. Outro município, Barreirinha, no Baixo Amazonas, também vai ser administrado a partir de janeiro de 2009 por prefeito indígena.

São Gabriel da Cachoeira, que fica a 858 quilômetros da capital, Manaus, elegeu para prefeito Pedro Garcia, da etnia tariana, e para vice-prefeito, André Baniwa, da etnia Baniwa. Foram 12.319 votos válidos, e eles tiveram 51,68% da preferência do eleitorado. No município, nove de cada dez habitantes são comprovadamente indígenas. É o município com maior número de índios no país.

O vice-prefeito eleito André Baniwa disse que a vitória eleitoral é resultado do amadurecimento político do povo indígena. Segundo ele, saúde e educação serão prioridade na próxima administração.

“Há necessidade de reconhecimento e legalização das escolas indígenas, formação de professores e qualificação dessa categoria. Terão prioridade no município saúde, infra-estrutura e segurança, além de ações que busquem alternativas de renda para a população”, informou Baniwa.

Em Barreirinha, a 331quilômetros de Manaus, Mecias Satere Mawe, foi eleito prefeito com 33,1% dos votos válidos (3.666).

Para o diretor do Centro Amazônico de Formação Indígena e presidente do Conselho Estadual de Educação Escolar Indígena do Amazonas, Domingo Sávio Camico, o resultado das eleições nos dois municípios é uma conquista histórica para os povos indígenas. Ele disse que a participação das populações indígenas na política é coisa recente no Amazonas, onde, tradicionalmente, esse envolvimento se dava por meio das organizações que os representam e de movimentos sociais.

“Em São Gabriel da Cachoeira, por exemplo, apesar de 95% da população ser indígena, existem pouco mais de 10 anos de vida política entre esses povos”, destacou.

Camico ressaltou que o resultado também é uma conquista porque as vagas no executivo municipal representam um novo espaço de poder para a sociedade indígena Segundo ele, hoje há necessidade de políticas diferenciadas voltadas para o fortalecimento cultural, a saúde e a educação indígenas, além da sustentabilidade econômica. “Essa foi a maior bandeira de luta dos candidatos indígenas: fazer com que o poder público municipal possa atender às demandas dessas populações, respeitando suas culturas e diferenças.”

O principal desafio das prefeituras indígenas é garantir a realização de administrações para todos, sem distinção de povos, raças, cor ou religião, afirmou Camico. “Respeitar as diferenças é o principal desafio, servindo de modelo para outros municípios onde haja minorias que lutam por igualdade para todos, não apenas para os indígenas. É colocar em prática o que eles defenderam em suas campanhas.”

De acordo com o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), seis indígenas já dirigiram prefeituras em cidades brasileiras.

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PUBLICADO PELA ‘AGÊNCIA BRASIL’

IMF WARNS OF FINANCIAL MELTDOWN; U.S. URGES PATIENCE

Outubro 11, 2008 por peteconomiauff


Published: Saturday, October 11, 2008

by Lesley Wroughton and Francois Murphy, Reuters

WASHINGTON/COLOMBEY-LES-DEUX-EGLISES, France – The IMF warned Saturday that the global George W. Bush makes an address after meeting with G7 leaders on Saturday - Alex Wong/Getty Imagesfinancial system was on the brink of meltdown, while France and Germany pushed ahead with a pan-European crisis response to try to prevent the worst global downturn in decades.

At a joint news conference, French President Nicolas Sarkozy and German Chancellor Angela Merkel said they had “prepared a certain number of decisions” to present at a Sunday meeting of European leaders as they work feverishly to restore blocked credit markets to working order.

The United States appealed for patience, but the International Monetary Fund stressed that time was running short after leading industrialized nations failed to agree on concrete measures to end the crisis at a meeting Friday.

“Intensifying solvency concerns about a number of the largest U.S.-based and European financial institutions have pushed the global financial system to the brink of systemic meltdown,” IMF chief Dominique Strauss-Kahn said.

President Bush huddled with Group of Seven economic chiefs and officials from the IMF and World Bank, and said top industrial nations grasped the gravity of the crisis and would work together to solve it.

“I’m confident that the world’s major economies can overcome the challenges we face,” Mr. Bush said, adding that Washington was working as fast as possible to implement a US$700-billion financial bailout package approved a week ago.

“The benefits will not be realized overnight, but as these actions take effect, they will help restore stability to our markets and confidence to our financial institutions.”

Confidence has been in short supply and panic has swept through global markets, driving stocks to a five-year low Friday and prompting banks to hoard cash. That has choked off lending to businesses and households, threatening to turn a global economic slowdown into a dangerously deep recession.

U.S. Treasury Secretary Henry Paulson said risks to the global economy were “the most serious and challenging in recent memory.”

An emergency meeting of euro zone leaders Sunday will discuss a bank rescue package, taking a British initiative to guarantee lending between banks as a reference point, a source close to the French presidency said.

France’s Mr. Sarkozy said euro zone countries were working on a joint solution, but declined to provide specifics. He planned to meet with British Prime Minister Gordon Brown shortly before Sunday’s euro zone gathering.

Britain’s rescue plan, launched last week, makes available 50 billion pounds (US$86 billion) of taxpayers’ money for injection into its banks and, crucially, calls for underwriting interbank lending, which has all but frozen around the globe.

Germany was also considering injecting capital into its banks, Mr. Merkel said Saturday.

The world’s rich nations vowed Friday to take all necessary steps to unfreeze credit markets and ensure banks can raise money but they offered no specifics on a collective course of action to avert the recession threat.

In a surprisingly brief statement after a 3-1/2 hour meeting, the G7 – the United States, Britain, Canada, France, Germany, Italy and Japan – stopped short of backing the British interbank lending guarantee, something many on Wall Street saw as vital to end growing market panic.

Kenneth Rogoff, a Harvard University professor and former IMF chief economist, said the G7 would have been better served adopting some version of the British plan so that banks would feel confident enough to loosen their grip on lending.

“Saying that they’ll take all steps necessary leaves hanging the question of whether they know what is best and necessary,” he told Reuters. “It was a signature moment for the G7. I think markets are going to be very disappointed.”

European Central Bank President Jean-Claude Trichet said markets needed time to digest a series of dramatic steps taken by world central banks in recent days, including pouring billions of dollars into financial markets and lowering interest rates in the broadest coordinated cut on record.

Treasury Secretary Mr. Paulson said it was “naive” to think that the G7 would endorse a one-size-fits-all approach to ending the credit crisis because there were major differences between the countries and their financial systems.

He said the Bush administration was scrambling to put together a plan to buy direct stakes in American banks to shore up balance sheets riddled with heavy credit losses from the 14-month crisis that began with failing U.S. mortgage loans.

“We’re going to do it as we can do it in a proper way that will be effective. Trust me, we’re not wasting time, we’re working around the clock,” Mr. Paulson said late Friday after the G7 meeting broke up.

But even as Mr. Paulson and his fellow finance ministers insisted that they were working as fast as possible, there were signs the economy was credit-starved and deteriorating fast.

The U.S. auto sector has been particularly hard-hit. General Motors has had talks with smaller rival Chrysler LLC about a merger that would combine the No. 1 and No. 3 American automakers at a time when both are struggling to cut costs and shore up cash, according to a source briefed on the matter.

Financial weekly Barron’s reported that GM was preparing to approach the Federal Reserve about borrowing money directly from the central bank because the logjam in credit markets had shut it out of other kinds of borrowing.

© Thomson Reuters 2008

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PUBLICADO PELO ‘FINANCIAL POST’ (Canadá)

INDIA INC WANTS MORE LIQUIDITY, RATE CUT

Outubro 11, 2008 por peteconomiauff

11 Oct, 2008, 1136 hrs IST, TNN

MUMBAI: Finally, India Inc will get a partial breather from the financial crisis which squeezed credit outRUPEE of the system. Thanks to the Reserve Bank of India’s intervention, liquidity to the extent of Rs 60,000 crore will be injected into the financial system.

However, corporates wanting to execute large expansion plans and new projects are not sure as to what extent banks will loosen their purse strings.

Said Ajay Piramal, chairman, Piramal Healthcare, “The cut in cash reserve ratio (CRR) will ease liquidity, but it is not enough. Companies, which have large expansion plans, will have to slow down. The availability and cost of funds will be a major issue here.’’

No doubt, the CRR cut is in the right direction, but companies are waiting for the lending rates to come down.

“We are hopeful, but cannot say to what extent or if at all the bank rates will come down. Today, banks are lending to corporates at 15%+ levels, which is very high. The bank rate may come down moderately, to begin with, given that there is a genuine concern among banks regarding the current scenario,” said D D Rathi, wholetime director and CFO, Grasim Industries.

An expectation of a cut in repo rate and reverse repo rate does not seem too unreasonable. Given the strong fundamentals, there is hope of overcoming the crisis, but more confidence boosting measures by the government are required, corporates said. For the busy season ahead, especially for sectors like textiles and sugar, funds will be needed.

According to Adi Godrej, chairman, Godrej group, the RBI needs to intervene to keep the rupee under check, say in the band of 40-43 to the US dollar. “Inflation is well under control except for the inflationary effect of the rupee depreciation,” said Godrej. Said Kewal Handa, MD, Pfizer: “Apart from the monetary aspect, we need to boost demand in the manufacturing sector too.”

As per the latest data, industrial production has slowed down to 1.3%, which is significantly lower than expectations and the lowest level seen since October 1998. Cumulatively, growth during April-August slowed to 4.9% as against 10% last year.

“Fundamentally, we don’t have the same problems as the US. Our exports to the US are just 15%. The risk is less. The government needs to strengthen the rupee which will attract more FDI and bring in more dollars,” said Handa.

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PUBLICADO PELO ‘INDIA TIMES’

HISTORY LESSONS – This was the worst week on record for the Dow Jones industrial average – a benchmark of 30 major stocks that has dropped as much in the past 10 days as it did over those two fateful October days in 1929. Echoes from the Great Depression are a much greater stretch, but Derek DeCloet finds the lessons of history should not be forgotten

Outubro 11, 2008 por peteconomiauff

October 11, 2008

by Derek DeCloetREAD BIO

How This Crisis Is Similar

Property Bubble Foreshadows Trouble

The Great Depression didn’t begin until the autumn of 1929, when chaos erupted in the financial markets. But then, as now, the market crash was preceded by a speculative frenzy in real estate that had burst.

Debt to excess

Brokerages in the late 1920s behaved as the subprime lenders of 2006 did, lending to almost anyone. But the buying of stocks on margin was only a small piece of a much bigger consumer credit boom. Between 1925 and ‘29, U.S. “instalment debt” more than doubled.Wall Street was too clever

In the good times, investment bankers are lauded for what’s benignly called “financial innovation.” Only when those fancy products collapse in ruin are they seen as folly. The late 1920s saw an explosion in the number of investment trusts that made heavy use of leverage and proved to be nearly worthless after the crash. These were analogous to many of the debt-backed financial instruments at the heart of current problem.

A departing President struggles to cope

Though the economic contraction began in 1929-30, the banking crisis didn’t really peak until 1933, according to Robert McElvaine, a U.S. Depression historian. President Herbert Hoover was an unpopular, lame-duck Republican who lacked political capital and couldn’t contain the slide of confidence in banks.

How It’s Different

Social programs help cushion the blow

Unemployment insurance, old age pensions, Social Security in the U.S. – these things either didn’t exist in 1929 or existed in only a limited form. They’re called “automatic stabilizers” because they put money into the economy as the private sector contracts.

There’s still inflation

When the Depression began, Canada’s most important export was food, not oil or wood. And the farm sector was already stuck in a deep deflationary funk. By the end of the ’20s, the inflation rate in Canada was zero, and the U.S. was already in mild deflation. Today, most producers of commodities – including farmers – have enjoyed years of prosperity before the downturn.

The magnitude of the crisis is different

This may be the biggest financial crisis in 75 years, but let’s put it in perspective. The unemployment rate in Canada and the U.S. is still barely 6 per cent. In the U.S., it has been rising quickly, but some key sectors, like health care, are still hiring. That’s a long way from the 20-per-cent-plus rates of the 1930s. The latest data do not even show the economy is contracting.

Economic policy is more flexible

The U.S. is no longer on the gold standard, in which all dollars can be converted to a fixed amount of gold. It can let its exchange rate fall to help exporters. Central banks now understand the perils of deflation, and balanced government budgets are no longer a religion.

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PUBLICADO PELO ‘GLOBE AND MAIL’ (Canadá)

SPAIN SAYS MULTIBILLION EURO PLAN TO BUY ASSETS FROM BANKS WILL COST TAXPAYERS NOTHING

Outubro 11, 2008 por peteconomiauff

Last update: October 10, 2008 – 9:34 AM

by Daniel Wolls, Associated Press

MADRID, Spain – Spain’s government insisted Friday that a 30 billion euros ($41 billion) fund it will use EUROto buy assets from banks starved for liquidity will have zero cost for taxpayers.

That’s because the government will buy only quality assets, not bad mortgage-related debt as Washington has done with its huge bank rescue plan, and be able to resell the assets once financial markets settle down and the economy rebounds, Deputy Prime Minister Maria Teresa Fernandez de la Vega said.

“Therefore, the state is going to recover all the money it will have injected into the system,” Fernandez de la Vega said. “It is an investment, not an expenditure.”

She added: “The government is not making a loan, nor giving anything away.”

She spoke after the Cabinet approved creation of the fund in a fast-track decree and raised Spain’s bank deposit guarantee limit from 20,000 euros ($27,000) to 100,000 euros ($137,000), part of a drive by European countries to shore up confidence in their banking systems amid swirling international financial turmoil.

Fernandez de la Vega said the goal of the fund, which can be amplified to 50 billion euros ($68 billion), is to provide liquidity to banks which have all but turned off their loan spigots because of a credit crunch, get them lending money again to businesses and consumers and jumpstart Spain’s sluggish economy.

The fund will run on a strictly voluntary basis, with those banks and savings and loans interested in selling assets eligible to do so, and it will be subject to Parliamentary review every few months, Economy Minister Pedro Solbes.

Solbes described the fund as a temporary measure, not a new fixture of government policy, and declined to say what kind of assets the government might buy.

Opposition conservatives have demanded guarantees that banks selling assets to the government use the revenue to help families and small- and medium-size businesses.

One of Europe’s biggest stories over the past decade, Spain’s economy has stumbled badly over the past year, due largely to a collapse in its key construction industry and tighter credit policies at banks.

In line with other stock markets, the Spanish stock market has taken a beating in recent days. On Friday the benchmark Ibex-35 index dropped more than 6 percent at the opening bell and at midday was down nearly 8 percent.

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PUBLICADO PELO ‘STAR TRIBUNE’ (EUA)

O MODELO ESTATAL APONTA A SAÍDA PARA A CRISE

Outubro 11, 2008 por peteconomiauff

11/10/2008 11:12

JOSÉ DIRCEU por José Dirceu

Todos correndo atrás da Grã-Bretanha, quem diria, o impopular e quase renunciante primeiro ministro britânico, Gordon Brown, salvou o capitalismo ao tomar a decisão correta – injetar na veia do sistema bancário recursos em troca de ações e assim tentar devolver ao sistema financeiro do Reino Unido liquidez e confiança, coisa que o pacote norte-americano não fazia e não conseguiu, mesmo depois de alterado pelo Congresso dos EUA

Agora, o mundo se vê frente a um impasse e se reúne em Washington na conferência mundial do FMI e do BIRD ao lado da reunião do G-7. Estados Unidos, Europa e Japão têm que assumir os bancos, estatizá-los, fora disso, não há saída, depois é esperar que as empresas não financeiras continuem a produzir e vender, e a médio prazo retomem o crescimento mundial, dentro de 3 a 5 anos.

Espero que façam também uma profunda reforma não só nos sistemas financeiros, que devem ser regulados e taxados, mas nos próprios organismos internacionais, como a OMC, o FMI e a ONU, aproveitando a crise para retomar as negociações de DOHA e colocar o fim nos subsídios e tarifas protecionistas.

A hora é agora, a dos emergentes que estarão em Washington DC e têm condições de sustentar o crescimento mundial. Afinal, são donos de US$ 9 trilhões em reservas, suas economias vão continuar a crescer em 2008 e mesmo em 2009, apoiadas não só nas exportações, mas nos investimentos públicos e no mercado interno, no crescimento da renda e do consumo – como é o caso do Brasil, que pode sustentar em 2009 o crescimento a partir dos investimentos públicos, já que a inflação deixará de ser um problema, no consumo interno e nas exportações para a Ásia, África, Oriente Médio e América do Sul. Nosso país tem condições de enfrentar a crise já que se preparou e pode e deve continuar a crescer.

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PUBLICADO PELO ‘BLOG DO ZÉ DIRCEU’

CARTOLA CENTENÁRIO E O MENINO DO MÉIER

Outubro 11, 2008 por peteconomiauff

Sexta-feira, Outubro 10, 2008

NEI LOPES por Nei Lopes

Os visitantes do Lote devem imaginar o quanto, neste momento, o dono deste modesto espaço deve estar recebendo de solicitações para falar sobre a importância do velho Cartola. Teve até jornalista achando que este que vos escreve, conviveu com “Seu Angenor”, como coleguinha de curso primário no Catete. Não foi bem assim, vocês percebem. Ele nem sabia o nosso nome. A ponto de, após uma homenagem que lhe prestamos, no Clube do Samba, do João Nogueira, no final dos anos 70, ele – segundo Dona Zica – se referia a mim e ao parceiro Wilson, como “aqueles meninos do Méier”. Mas como há sempre alguma coisa pra dizer, pra contar, pra esclarecer, vamos a ela.

O caso é que numa noite, em 1935 – como já foi contado aqui no Lote, – o musicólogo e compositor Angenor de Oliveira, o Cartolaerudito Basílio Itiberê visitou Mangueira. E foi recebido, na ponte, por um grupo de ritmistas e pastoras da Estação Primeira, porque a Unidos já agonizava.

Feitas as apresentações, a comitiva subiu em cortejo. E, como era de praxe, ao som do coro e da bateria; tendo à frente o baliza e a porta-estandarte; e sob o comando do apito do mestre de harmonia.

Profundamente impressionado por essa visita, Itiberê fez, sobre ela um relato minucioso. No qual fala de seu encantamento com um samba em especial: Tragédia.

“Prestai bem atenção que este é um samba do Cartola! – escreveu. – Não ouvireis tão cedo um canto assim tão puro, nem linha melódica tão larga e ondulante. Atentai como é bela, e como oscila e bóia, sem pousar, entre a marcação dos ‘surdos’ e a trama cerrada dos tamborins” – desmanchou-se Itiberê.

Esse Cartola, “fascinador impenitente”, já estava desde 1920 em Mangueira, então uma favela incipiente. Morrera-lhe o avô, sustentáculo da família, e a vida teve de mudar. Mas a semente de uma instrução pública rigorosa, como era a daqueles tempos, semeada em terreno fértil, frutificou. E como! Era 1935. E o compositor já tinha alguns belos sambas gravados com Francisco Alves, Carmem Miranda e Silvio Caldas.

Só que, de repente, “tudo acabado, o baile encerrado” – como diz um de seus sambas.

É que em 1928, por força de lei, os compositores musicais foram equiparados, em termos de direitos autorais, aos autores de teatro. Abria-se, então, um novo campo profissional, num setor ainda inexplorado. E a turma da música teve que se abrigar sob as asas da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais, SBAT, que, por seu perfil aristocrático, não os viu com bons olhos.

Logo, logo, instaura-se o conflito: de um lado, a SBAT; do outro, compositores populares. Sim, populares (alunos, à distância, dos fundadores do samba), mas de paletó e gravata e até “anel no dedo”. Os quais, assim, e, dizem, com dinheiro vindo de fora, organizam-se em associação, para protagonizar os primeiros momentos da história dos direitos autorais musicais no Brasil. Enquanto isso, de longe, na calçada, do outro lado da rua, olhando o burburinho do Café Nice, os pretinhos do samba não entendiam bem o que se passava.

Frustrados, assim, em sua expectativa de ascensão social através de sua arte, os sambistas, então, continuaram em seus biscates e “virações”, ocasionalmente de cunho artístico. E Cartola, mesmo admirado por Villa-Lobos e elogiado por Stokowsky, não foi exceção.

Por outro lado, em 1945, as rixentas sociedades autorais celebram um armistício. No acordo, a SBAT fica com os direitos de teatro, que até hoje ainda são chamados “grandes direitos”, e os compositores “populares” ficam com os “pequenos”. E é assim que o pessoal do Estácio, do Salgueiro, de Mangueira, de Oswaldo Cruz, vai, mesmo, saindo de cena. E Cartola, pobre e doente, vai junto, no mesmo momento em que se consagra a categorização “samba de morro”, distinta dos sambas feitos pelo compositores efetivamente “do rádio”.

Mas o destino, sábio, fez com que as escolas de samba crescessem em importância; e, com elas, Cartola se consolidasse como mito. Mesmo tendo, em 1951, passado o bastão da harmonia mangueirense ao ex-portelense Xangô. E até porque a “harmonia”, no sentido técnico de conjunto de regras da tonalidade; ou de sons relacionados, já não cabia nas escolas, as quais, já aí, sustentavam-se apenas na percussão.

Nos anos 50 e 60, então, Cartola, que muitos julgavam morto, veio vindo, de novo à superfície. Primeiro, escorado aqui e ali, com um emprego subalterno em um Ministério, conseguido por um político amigo; e com a abertura do “Zicartola”, também com capital de amigos. Depois, com as gravações de O Sol Nascerá, por Elis Regina em 1964, e Alvorada por Clara Nunes em 1972. E sempre com o indispensável companheirismo de Dona Zica, mulher pra toda obra… Até que veio o êxito.

Entre 1974 e 1979, com As rosas não falam, O mundo é um moinho e Peito Vazio, entre outras composições, com ou sem parceiros, Cartola, com quatro LPs gravados por sua própria voz, chegou onde sempre deveria estar. Mas a “indesejada” logo cobrou seu tributo. E a 30 de novembro de 1980 o levou.

**

E hoje estamos aqui, Seu Angenor, tomando uma Baixa Renda em honra do seu Centenário! Quem diria, hein? E o “menino do Méier”, que de novo o homenageia, já fez 66 anos. Mas, como disse V.Exa. “as rosas não falam”. Simplesmente “exalam”, não é mesmo?

PUBLICADO PELO ‘MEU LOTE’ (Nei Lopes)

BANK CITES WEAK RAND AS RATES STAY ON HOLD – Disappointment at Mboweni’s decision to buck global trend

Outubro 11, 2008 por peteconomiauff

10 October 2008

Mariam Isa – Economics Editor

THE Reserve Bank held interest rates steady yesterday, as expected, saying the outlook for inflation had improved but warning that the rand’s sharp depreciation posed a threat.

SA did not need to join a round of rate cuts by central banks globally as its financial system remained stable in the face of global turmoil, said Bank governor Tito Mboweni. But he pointed out that local shares and the rand had been hit hard by global risk aversion, and the Bank was “monitoring developments closely”.

“The monetary policy committee (MPC) considered recent developments in the South African economy and the risks to the inflation outlook against the backdrop of conditions prevailing in the international financial markets,” he said.

“The MPC is of the view that an unchanged monetary policy stance is appropriate at this stage.” Interest rate cuts had not even been considered at the two-day policy meeting, he told reporters later.

The Bank’s decision to keep rates steady was not a surprise, but disappointed local markets.

Consumer spending has slowed sharply in response to the Bank’s decision to raise interest rates by five percentage points since June 2006.

That has curbed economic growth, which now also faces the challenge of falling prices for its main commodity exports and waning global demand.

Business Unity SA (Busa), the country’s largest business grouping, said it believed the Bank had made the right decision although it wanted to see a drop as soon as possible.

“Given the global economic crisis, the Bank is understandably waiting until a clearer economic and inflation picture emerges in the months ahead.”

Government bonds weakened and money markets moved to price in a reduced chance of a rate cut by the end of this year.

Analysts described the MPC statement as “balanced” — weighing the risks to economic growth against inflation, which rose by a record 13,6% in August.

“The inflation outlook remains uncertain, as the risk profile has changed somewhat,” the Bank said. “The outlook has improved on account of lower oil prices but the exchange rate has emerged as a significant risk.

The rand fell to a near seven-year low at R9,45/$ this week, hammered by risk aversion stemming from the global financial crisis. It has since clawed back some losses, trading at R9,08/$ late yesterday after briefly firming to R8,95/$1 on the Bank’s announcement.

The decision not to cut rates should enhance the yield appeal of local assets to foreign investors, which in turn is likely to support the rand.

But the unit has depreciated 20% against a trade-weighted basket of currencies this year, which will raise the cost of imports and fan inflation.

Mboweni said the trend would offset a sharp fall in the price of crude oil, which is about $83 a barrel compared with a record $145 in July.

The effect of the exchange rate on inflation would depend on whether its new levels were sustained, he said. But the Bank’s most recent central forecast showed a “moderate improvement” in the inflation outlook since the last MPC meeting in August.

Inflation measured by the annual rise in CPIX was now expected to peak at 13,3% in the third quarter of this year, up from a previous 13% forecast.

The Bank said it would average 6,9% next year, below its forecast of 7,2% in August. The price gauge, which excludes mortgage costs, has breached its 3%-6% official target since April last year. The Bank stuck to its view that inflation would not return to its target range until the second quarter of 2010.

Mboweni said the Bank’s forecasts for a fall in inflation were in line with estimates from analysts, which range between two and three percentage points. “We are probably not far off from the private sector,” he said.

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PUBLICADO PELO ‘BUSINESS DAY’ (África do Sul)

CARTOLA – O MUNDO É UM MOINHO – CARTOLA COMPLETARIA 100 ANOS NESTE SÁBADO

Outubro 11, 2008 por peteconomiauff

CARTOLA – O MUNDO É UM MOINHO – Reencontro emocionado de Cartola com seu pai após 40 anos sem se falar… Cartola atende ao pedido do seu velho … e que pedido!!!

11/10/2008 – 01h32

Da Redação

Um dos maiores sambistas da história do país, Angenor de Oliveira, o Cartola, completaria neste sábado Angenor de Oliveira, o Cartola - Cartola posa para foto em 1978 - Folha Imagem (11) cem anos de vida.

Autor de clássicos como “As Rosas Não Falam”, “O Sol Nascerá”, “O Mundo é um Moinho” e “Alvorada”, Cartola nasceu no Rio de Janeiro, no Catete, e se mudou com os pais para o Morro da Mangueira aos onze anos.

Angenor trabalhou desde criança como pintor de paredes, lavador de carros e pedreiro. Vaidoso, ganhou o apelido de Cartola quando passou a usar um chapéu coco para não sujar os cabelos de cimento.

Freqüentava as rodas de samba do morro da Mangueira e estudou somente até a quarta série do ensino fundamental, o que não o impediu de compor melodias inesquecíveis e poesias inspiradas.

Cartola foi um dos fundadores da escola de samba Estação Primeira de Mangueira, em 1928, e responsável pela escolha das cores verde e rosa como símbolo da escola.

Na década de 40, viúvo e com problemas de saúde, mudou-se para Baixada Fluminense e chegou a ser dado como morto. De volta ao morro da Mangueira na década de 50, começa a namorar Euzébia Silva do Nascimento, a famosa Dona Zica, com quem se casou em 1964.

Com o talento cada vez mais reconhecido a partir da década de 60 e principalmente na década de 70, conseguiu gravar em 1974 seu primeiro disco solo e viajou pelo país fazendo shows. Apesar da idade, sempre teve um forte apelo junto ao público jovem.

Pouco antes de morrer de câncer em sua casa em Jacarepaguá, em 1980, o compositor recebeu uma homenagem do poeta Carlos Drummund de Andrade, que escreveu em um artigo de jornal: “O nobre, o simples, não direi o divino, mas o humano Cartola, se apaixonou pelo samba e fez do samba o mensageiro de sua alma delicada”.

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PUBLICADO PELO ‘UOL’

ENTREVISTA COM JAMES EARLY

Outubro 11, 2008 por peteconomiauff

03/10/2008

MAURÍCIO PESTANA por Maurício Pestana

Ao longo de uma carreira profissional de 25 anos, o Sr. Early tem sistematicamente reconhecido, historicamente, a evolução da integridade dos valores e culturas das comunidades Africano-Americanas, Latinas, Nativo-americanas, asiáticas e do Pacífico-americano. Ele foi professor de espanhol no ensino médio, trabalhou com os encarcerados, ensinou a nível do colégio, professor nos E.U. e em outros países e tem escrito extensamente sobre as políticas de cultura.

Maurício Pestana – O que há de novo na superação do racismo no Brasil, nos Estados Unidos e no mundo?

Bom, acho que o desafio principal e fundamental neste momento é como a ajudar os povos da nossa comunidade afro, a tomar consciência sobre suas próprias potencialidades e capacidade de superar JAMES EARLYobstáculos. Falando mais concretamente, como trabalhar com nosso povo dentro da sua realidade de vida cotidiana, como enfrentar os problemas e resolve-los na comunidade, lá nas periferias sem esperar que façam por nós, articulando nós em nós mesmo.

Maurício Pestana – Mas isso não é tomar para nós, responsabilidades que muitas vezes foi e é causada por outros?

Quando digo isso é que acredito que precisamos valorizar e impulsionar em nosso povo suas capacidades e enaltecer seus potenciais e não deixá-los se acostumar ou ficar esperando por caridades. Introduzir no cotidiano dessas pessoas preocupações urgentes como acesso a educação, ao credito, a dinheiro etc. Concretamente e um modo de organizar ,e desenvolver mobilizações mais sofisticadas, mais passo a passo , deste modo chegarmos sem grandes teorias, macros economia etc. trabalharmos com soluções simples para mudar suas vidas chegarmos sem a arrogância e prepotência intelectual de que temos a solução para tudo, mas tentar uma colaboração para resolvermos os problemas juntos.

Maurício Pestana – Que lições as Ações Afirmativas norte-americana podem dar ao Brasil?

Com relação aos afro-brasileiros eu diria que vocês estão tentando essa experiência muito bem sucedida nos Estados Unidos, acho que estão no caminho certo, por exemplo, se uma sociedade tem problemas com água potável que não se trata com raça, desenvolve políticas especiais, alternativas, diretas, não políticas comum , eu acho que os afro brasileiro deveriam usar deste argumento fundamental para ser difundido o que são ações afirmativas junto aos administradores públicos porque eles tem ter este olhar, assim como resolvem problemas de água potável, habitação, transporte também e tem políticas propias para cada um desses problemas ele também tem que usar de políticas especificas para resolver os problemas raciais, essas foram as grandes lições deixadas pelas ações afirmativas nos estados unidos.

Maurício Pestana – Que outras ações poderíamos ter em comum ou diferente nesta luta?

Bem eu acredito que a aplicação de ações afirmativas podem ser utilizadas em áreas comum como trabalho, universidades etc. mas as experiências dos estados unidos tem suas pecularidades por conta da nossa história de luta contra a descriminação racial , temos histórias diferentes um grande exemplo é a religiosidade presente na nossa luta por exemplo na Bahia, existe mais de um mil templos de cadomblé no qual 80por cento são liderados por mulheres as Babalorixas que são lideres do seu povo já nos Estados Unidos a maioria Afro-descendentes, protestantes e seu lideres são pastores, homens negros isso já faz uma diferença enorme, por isso nossa políticas como a valorização de nossas lideranças devem ser pensadas diferentes nesse caso em especifico a questão de gênero deve ser levado em conta, vocês tem muito lideranças femininas devem pensar mais nisso.

Maurício Pestana – Por falar em gênero já ouvi algumas falas suas sobre a mulher negra muito forte, o senhor trabalha bem este tema?

Sim faço uma analise de todos os problemas que nos afetam e os que dificultam nosso avanço um deles é o machismo, todas as comunidades contemporâneas tem, divisões sociológicas de poder fundamentadas em superioridade entre homens e mulheres divisão essas estruturadas fundamentalmente na cultura familiar e espalhando por todas as áreas da comunidade, devemos enfrentar essa realidade concretamente não só com teorias, mais na pratica, de admissão deste problema,devemos começar o trabalho nas famílias onde a reeducar masculina de como cultivar praticas mais democráticas e não machistas com relação as mulheres tem que ser uma Constancia. Mas essa construção não deve ficar só na família, raiz do problema, tem que se enfrentar o problema nas igrejas, nos templos, no trabalho, nas cidades, nos lugares comuns, acho que precisamos de educação especial sobre essa civilização dos homens em relação às mulheres a repetir essa educação através de trabalhos concretos ,é um grande problema dentro de qualquer comunidade negra no país e no mundo.

Maurício Pestana – O senhor viaja constantemente à África, América latina, já esteve em Cuba, porque os Estados Unidos avançou tanto ao ponto de estar quase elegendo um presidente negro?

Bom, primeiro é preciso ver que nossa luta contra o racismo é dentro de um regime que é o centro do capitalismo mundial, e este regime tem como uma das principais regras aproveitar oportunidades e os espaços democráticos. Dentro do capitalismo estamos sempre vendo o risco de viver a vida e também superar e melhorar o processo ,então o corpo não pensa se motiva, agente é levado a pensar e atuar diante das possibilidades que se apresentam a partir de nossas ações, portanto não há do que se surpreender , a historia foi tão absolutamente racista contra nós dentro deste regime, que nos proporcionou idealizarmos esse momento, quando superarmos a pressão ,vamos a chegar a viver a real humanista e aí ajudarmos nossa sociedade a se superar e cria uma humanidade mais avançada.

Maurício Pestana – Como o senhor vê o trabalho dos ativistas negros no Brasil?

Bem pelas minhas informações vocês são 86 milhões de afro-descendentes o maior país negro fora da África, uma responsabilidade enorme, seu país tem uma das maiores economias do planeta é um ícone do mundo por estar em um processo de desenvolvimento.

Para mim os afros brasileiros não estão focados e suficiente atentos ao tamanho das potencialidades e de suas liderança na América latina e no mundo, o grande problema ao meu modo de ver é que vocês tem perdido muito tempo em discussões internas de fundo ideológico como: quem é do governo, ou quem não é do governo, quem é de direita ou quem é de esquerda e aí deixando passar preocupações maiores de como liderar na América latina e até no mundo a luta contra o racismo, ou para usar um termo de vocês usam muito vocês estão preocupados em olhar para o umbigo e não ver o todo.

Maurício Pestana – No último dia da consciência negra no Brasil uma das estrelas da mídia e de setores do movimento negro no Brasil foi a presença do filho de um ex-pantera negra, como o senhor vê aquele grupo?

Acho que primeiro lugar as pessoas que endeusam aquele grupo deveriam ter a responsabilidade de fazer uma pesquisa cientifica detalhada e ideológicas sobre ação e os resultados obtidos pelos panteras negras. Deve se perguntar por exemplo qual foi o impacto ideológico na comunidade negra? Eles tinham capacidade de confrontar o sistema? E se tinham, o objetivo era o de chegar aonde? Há uma tendência em nossa juventude romantizar aquilo que não viveu mas é preciso informações concretas sobre os Panteras para mudar a perspectivas ultra românticas na qual eles mesmos panteras também tinham sobre armas , mobilização suficiente nas comunidade, uma vez que estavam confrontando um estado muito bem armado, muitas pessoas morreram, então devemos identificar as características fortes mais não romantizar.

Maurício Pestana – Aquele momento, foi um divisor de águas na luta pelos direitos civis nos Estados Unidos?

Sim e podemos relembrar que muito dos movimentos daquela época eram movimentos pacifistas de direitos sociais e civis que pregavam coisas interessantes e atuais como o slogan por exemplo “eu vou confrontar os pés , para romper o sistemas” essas estratégias e táticas foram coisas importantes não são romantizadas, porque que pode resultar especialmente dentro dos jovens que tem energia e querem confrontar mais, não tem experiências da política particular, diferente das políticas ideológicas nacionalistas , socialistas romantistas etc. e sim deter informação passo a passo, como analisar o sistema de poder, como desenvolver um projeto alternativo e, ao mesmo tempo, sobre como confrontar temas concretos.

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PUBLICADO PELO ‘SÍTIO DO PESTANA’